quinta-feira, 9 de julho de 2009

No picadeiro.


São tantas as máscaras que a gente usa. Todo os dias, com todo mundo. Um ou outro tem a sorte (ou azar) de transpor essas barreiras sociais. Um ou outro paga o preço de se mostrar e se manter transparente. É tanta crítica e tanta execução por nada. É tanta gente vivendo numa crença, quase fanática, de suas, e somentes suas, verdades, que é melhor mesmo usar umas armaduras vez por outra. Mas se redesenhar, se distanciar da própria essência a cada nova mesa de bar? Deixar de viver para, apenas, contracenar? Não, não me parece que a ditadura da 'mochila da Company' deva se perpetuar. A ditadura do sou, uso e faço o que for necessário para ser socialmente aceito.

É, eu sei. Mudou o objeto, mas a ditadura ainda vigora. E quem atua, entra. Quem se atém à própria autenticidade, faz, apenas, o "respeitável público" rir.

7 comentários:

Lidi disse...

Acho que só não usamos máscaras quando estamos dormindo! Vivoca, adorei teu comentário (também fofo!) no meu blog. Muito obrigada, viu?

E, sim, vi tuas respostas! Adoro teu blog, não faz mal a minha saúde não! É um vício bom danado! :) Beijocas!

Paula disse...

Concordo. Acho que o ser-humano não vive sem máscaras, mas uma vez sem ela, há que se ter cuidado: somos vulneráveis demais...

Beijão Viviz!!!!!

Bernardo Guimarães disse...

estou de saco cheio de ver atores fora dos palcos!

Renata Belmonte disse...

Vivoca,
Estou tão em falta com vc!!!!
Mas te ligo, sem falta, na próxima semana, viu?
bjks!

Anônimo disse...

Perfeito amigona! :)

Lua Oliva disse...

Quem se atém à própria autenticidade, faz, apenas, o "respeitável público" rir.

-d-o-c-a-r-a-l-e-ó-

Críticas Criticáveis disse...

Certas máscaras estão tão empregnadas em nós mesmos q as vezes nem sabemos mais quem somos ou quem éramos